Publicado em Rio de Mouro Tremeu... e agora

#1 – Rio de Mouro tremeu… e agora?

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Aconteceu na semana da Ciência e Tecnologia a primeira de uma sequência de atividades do projeto “Rio de Mouro tremeu… e agora?” que irão decorrer ao longo deste 2017/18. Trata-se de um projeto que se desenvolve no contexto do projeto mais amplo Ciência, Biblioteca e Cidadania.

No dia 22 de novembro de 2017, alunos do 11º ano de ciências e tecnologias tiveram uma aula interdisciplinar com as disciplinas de Física e Química A (FQA) e de Biologia e Geologia (BG). Em concreto, tratou-se de uma abordagem ao tema sinais e ondas do programa de FQA a partir do contexto da sismologia do programa de BG, com recurso a uma metodologia centrada no aluno, a tecnologias móveis, a software adequado e a leitura de um excerto de uma obra de divulgação científica. Os alunos, em grupos, serviram-se de um guião, previamente construído pelos professores, para aprenderem em autonomia na sala de aula.

O ambiente de reconhecido interesse por parte dos alunos e a avaliação que fizeram da aula fazem pensar que este é o caminho da escola. Esta é a sala de aula do futuro.

Arlete Cruz

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Publicado em Atividades

As Aulas de Ciência em Cursos Profissionais

A ciência na Leal não é exclusiva das turmas de ciências e tecnologias dos cursos científico-humanísticos. Os alunos dos cursos profissionais da área da informática e da eletrónica também mostram que aprender física e química através da atividade experimental tem mais significado do que apenas resolvendo exercícios e assistindo a aulas teóricas.

Turmas de 3º ano estabelecem experimentalmente uma série eletroquímica de metais: analisam o poder redutor de cada um em relação ao de outros e colocam-nos por ordem desse poder redutor.

Usam depois esse conhecimento para, com recurso a dois metais com poder redutor diferente, construírem pilhas eletroquímicas com soluções condutoras bastante diversas: batata, limão, coca-cola e um tubo com água e sal. Medem a diferença de potencial criada em cada pilha, verificando que, em alguns casos, se atinge a mesma que numa pilha AA, ou seja, 1,5 volts. Associam em série todas as pilhas construídas e verificam que obtêm entre 7 e 8 volts.

É possível observar o interesse e a concentração que colocam na tarefa que decorre nos turnos de uma aula de 90 minutos, mas também a satisfação que os alunos sentem por construírem algo com significado para eles. Curioso ainda observar que se questionam durante o processo, quando algo de inesperado acontece, levando, dentro do possível, a investigar cientificamente a causa. É uma atitude que se interioriza e que se espera que levem para a vida, numa sociedade em que nunca como hoje foi tão importante o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas.

Assim, dignifica-se a escola e dá-se sentido à aprendizagem em ciência.

Parabéns aos alunos e à professora Catarina Ramos de Física e Química.

Arlete Cruz

 

Publicado em Concursos

Concurso Jovens Cientistas 2018

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Até 14 de Abril de 2018, estão abertas as candidaturas para a 26.ª edição do Concurso para Jovens Cientistas.

Para os melhores projetos há prémios e a oportunidade de participarem em certames internacionais com trabalhos das mais variadas áreas de estudo: Biologia, Ciências da Terra, Ciências do Ambiente, Ciências Médicas, Ciências Sociais, Economia, Engenharias, Física, Informática/Ciências da Computação, Matemática, Química e Bioeconomia.

A participação no 26.º Concurso para Jovens Cientistas destina-se a estudantes do ensino básico, secundário ou primeiro ano do ensino superior, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos. Os jovens devem apresentar um projeto científico inovador que tenha sido concluído, preferencialmente, antes da entrada no ensino superior.

Esta edição é organizada pela Fundação da Juventude, em colaboração com a Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Cientifica e Tecnológica. Este concurso tem como objetivos promover ideais de cooperação e intercâmbio entre jovens cientistas e investigadores, e estimulando o aparecimento de jovens talentos nas áreas da Ciência, Tecnologia, Investigação e Inovação.

A submissão de trabalhos deve ser feita até 14 de Abril através do formulário brevemente disponível em http://www.fjuventude.pt/jcientistas2018. Cada escola pode apresentar no máximo 6 projetos. O relatório escrito do projeto deve ter no máximo 10 páginas A4.

A Mostra Nacional de Ciência irá decorrer de 31 de maio a 2 de junho de 2018, no Centro de Congressos da Alfândega, no Porto

Mais informações aqui.

Publicado em Atividades, Física, Química

Ciência nos intervalos da Leal

É dia 17 de novembro de 2017 e a Leal celebra o seu 31.º aniversário. Tem, no seu ADN, a ciência e mostra-a até nos intervalos das aulas e em dia de festa.

A professora Maria Manuel e alunos de turmas do décimo ano e do décimo segundo ano animam a festa de aniversário que, partindo do laboratório, transborda para os espaços exteriores.

O laboratório de química despe-se de luz e veste-se de negro para que possamos observar diversos fenómenos com luz. Vemos reflexões, refrações, reflexões totais, difrações, dispersões e ainda algum divertimento à volta de luminescências. Apreciamos ainda o já tradicional presépio químico.

Os alunos envolvidos brindam-nos com o seu conhecimento e, com o seu entusiasmo, dão luz e cor à festa da Leal, mostrando que “aprender é uma festa”.

Continua assim, Leal.

Parabéns aos cientistas. Parabéns à Leal!

Aqui fica um pequeno filme sobre a atividade:

Publicado em Atividades

Semana da Ciência e da Tecnologia

 

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De 20 a 26 de Novembro, durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, instituições científicas, universidades, escolas e museus abrem portas, proporcionando ao público oportunidades de observação científica e de contacto pessoal com especialistas de diferentes áreas do conhecimento.

Para a região de Lisboa, estão previstas mais de 100 atividades. Pode consultá-las aqui.

 

Publicado em Ciências Naturais

Arte ou lixo?

Vídeo produzido pela Prof.ª Lurdes Ferreira para explorar conteúdos sobre a sustentabilidade da vida na Terra.

O nosso planeta está a ser destruído aos nossos olhos. De que forma podemos nós, individualmente, contribuir para reverter a situação? Como agir de forma a melhorar o que muitos destroem!

Com a utilização deste vídeo nas aulas de CN, pretende-se promover uma reflexão, levando o aluno a opinar, a observar o desperdício sob outra perspetiva, a ter sentimentos críticos pelo que nos rodeia…

E o lixo pode ser Arte? Ou Arte é unicamente o que se vê em museus?

Publicado em Física

A tecnologia LED em discussão numa aula aberta

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Em 2014, o Prémio Nobel da Física foi atribuído a três cientistas japoneses, da Universidade da Califórnia, nos EUA, por terem inventado há 20 anos, um LED de luz azul que veio permitir uma revolução na quantidade de energia necessária para iluminar as nossas cidades e casas, além de proporcionar uma série de outras opções tecnológicas com que somos e seremos presenteados daqui para o futuro.

Mas, tal como com muitas outras tecnologias, questiona-se se esta tecnologia LED será completamente inócua. Foi desta questão-problema que, no contexto curricular da disciplina de Física e Química A, as turmas 10.º C1 e 10.º C3 partiram para a discussão num cenário de role-playing sujeito ao tema “Lâmpadas LED nas salas de aula – Sim ou não?”.

O recurso a uma estratégia de representação de papéis teve a intenção de tornar a tarefa mais divertida para os alunos, mas sobretudo porque garantia que as vertentes de abordagem da questão se alargassem durante a discussão, permitindo enriquecê-la.

Com base num guião, todos os alunos fizeram a pesquisa, e, em grupo, prepararam um personagem para a discussão entre os representantes dos diversos grupos. No caso do 10.º C1, aconteceu numa aula aberta às famílias, no dia 14 de junho de 2017 pelas 19:00 horas.

O entusiasmo e entrega por parte dos alunos envolvidos foi deveras evidente e as famílias demonstraram sentido agrado pelo momento de partilha de práticas educativas que a escola proporcionou. Agradece-se a disponibilidade e o interesse com que as famílias corresponderam ao convite, tendo com a sua presença oferecido a oportunidade de elevar o grau de responsabilidade e de exigência associado ao trabalho desenvolvido. Em rede, escola e famílias, o nível de educação dos nossos jovens fica a ganhar.