E se Rio de Mouro tremer?

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A 7 de fevereiro de 2018 tivemos a honra de receber na Secundária Leal da Câmara dois ilustres convidados. Acederam ao convite para virem partilhar connosco a sua obra e o seu saber na conferência “E se Rio de Mouro tremer?”. Trata-se do escritor Domingos Amaral que escreveu “Quando Lisboa tremeu”, romance que se desenrola no cenário do terramoto de 1755 em Lisboa, e o Professor Doutor Paulo Fonseca, geólogo na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Foi uma sessão em que a ciência e a literatura se fundiram e deram lugar a uma reflexão sobre o risco e o perigo sísmico da região de Lisboa e também de Rio de Mouro.

A comunidade de leitores da Biblioteca leu o livro de Domingos Amaral e alunos de 11º ano de CT trabalharam o tema dos sismos em aula interdisciplinar entre a Física e Química A e a Biologia e Geologia. Tinham muitas questões a colocar. Foi curto o tempo para debate, mas saíram seguramente mais ricos.

A sessão foi divulgada em streaming aqui, atendendo ao interesse demonstrado por diferentes turmas que não tiveram oportunidade de lá estar no auditório e por ser de interesse público. Pudemos contar com a presença de responsáveis e técnicos da Câmara Municipal de Sintra, da Junta de Freguesia e do Agrupamento de Escolas Leal da Câmara.

Um agradecimento muito particular aos dois oradores, escritor Domingos Amaral e Professor Paulo Fonseca.

Arlete Cruz

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PAISAGENS GEOLÓGICAS EM MAQUETAS??

Para estudar as “Paisagens Geológicas”, foi proposto aos alunos, nas aulas de CN do 7.º ano, a realização de um trabalho de pesquisa sobre uma paisagem geológica à sua escolha. Nesse trabalho, os alunos tinham de descrever a história da sua formação, tipos de rochas e outros materiais que formavam a referida paisagem, sua localização mais comum e, no final, elaborar uma pequena maqueta dessa paisagem com a respetiva legenda.

Eis aqui os resultados neste pequeno vídeo.

Trabalhos de CN das turmas do 7.º ano da professora Lurdes Ferreira

Guiões de Educação Género e Cidadania

Estes documentos de orientação pedagógica constituem uma iniciativa da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), apoiada pelo POPH, através do Eixo 7 – Igualdade de Género, ao nível da sua conceção e da sua publicação e apoiada, pela Direção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC), que validou a adequação do seu conteúdo ao currículo e às orientações curriculares do Ministério da Educação.

Pré-escolar

1.º Ciclo

2.º Ciclo

3.º Ciclo

Exposição da Semana da Ciência na PAN

É Semana da Ciência na Padre Alberto Neto e, no pavilhão central, o espaço é pouco para tanta produção. Ali respira-se um pouco do que envolveu os alunos nas aulas da área das ciências, seja da área da Biologia, ou da Geologia ou da Física ou ainda da Química, desde os mais pequenitos do 5.º ano aos já crescidos, e prestes a sair da escola, do 9.º ano. Os temas vão desde os animais, as plantas, o aparelho digestivo, respiratório humanos, às rochas, às formações rochosas, calcárias, vulcânicas, modelos moleculares,… e não esqueceram a sustentabilidade do planeta e das cidades. De tudo isto há cartazes, muitos. Mas, sobretudo maquetes, muito ricas, originais, cheias de cor e plenas de vida. Vida, sim, a dos alunos que, empenhados, as construíram.

A acompanhar, uma bela feira de minerais a enriquecer o espaço e o conhecimento dos alunos que visitam as exposições.

A ciência e a biblioteca a trazerem conhecimento que contribui para o desenvolvimento adequado da cidadania.

Parabéns aos alunos da PAN e aos seus professores de Ciências Experimentais!

Excelente!

Aqui fica um pequeno vídeo sobre a exposição,

Arlete Cruz

Laboratórios abertos na PAN – Semana da Ciência

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Pega monstros, escrita invisível, o lenço que arde, encher balões sem soprar, o cabelo do Einstein, materiais bons e maus condutores de eletricidade e molas saltitonas, … a física e a química a animar os momentos de laboratórios abertos na Padre Alberto Neto, atividade integrada na Semana da Ciência. Alunos de 3.º ciclo motivados, cheios de curiosidade e com vontade de “pôr a mão na massa” e professores que, esquecendo o cansaço, se entusiasmam com a alegria estampada no rosto dos seus alunos, que não hesitam em dizer que para o próximo ano querem mais.

Parabéns a todos! Foi um sucesso!

Arlete Cruz

Prémio Fundação Ilídio Pinho

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O Agrupamento de Escolas Leal da Câmara tem o prazer de felicitar o grupo de cinco alunos do 12.º ano, com a opção de Física, e o Prof. António Proença, por terem recebido o prémio do 5.º escalão no contexto da sua candidatura ao Prémio Fundação Ilídio Pinho com o projeto “Nas asas do Bluetooth”. O valor de 500 euros atribuído como prémio destina-se ao desenvolvimento do projeto.

Esperamos acompanhar este projeto que envolve um casamento de ciência com a tecnologia e proporciona aos alunos o desenvolvimento de competências que só em trabalho de projeto se podem desenvolver.

Desejamos as maiores felicidades a toda a equipa de alunos empreendedores e professor.

Parabéns!

Arlete Cruz

Quais as consequências dos nossos lixos?

Enquadrada na Semana das Ciências da EBPAN, as professoras Cláudia e Sara desenvolveram uma atividade para os alunos, e aberta a todos, de forma a sensibilizar para o problema dos lixos e da falta de reciclagem.

Os alunos puderam mexer, tocar, experimentar, questionar… e sobretudo APRENDER!

E ainda se divertiram.

Veja aqui um bocadinho do que aconteceu.

Prof. Lurdes Ferreira

MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA – o que é?

Os alunos do 9.º A da EBPAN, no âmbito da disciplina de CN, trabalharam num projeto em que deram a conhecer o que era a Mutilação Genital Feminina.

Assim, e bem dedicados ao trabalho, estes alunos criaram vários cartazes onde explicavam o que era esta prática, onde se fazia e quem a pratica e porquê.

Os cartazes foram expostos na Semana das Ciências, tendo suscitado muito interesse, surpresa e, diremos mesmo, horror, a todos os que os observaram.

No final, cada visitante desta exposição, poderia deixar a sua opinião escrita sobre este tema.

Veja aqui neste vídeo um pouco do trabalho desta turma.

Prof. Lurdes Ferreira

https://youtu.be/JWrebHW5iFA

#1 – Rio de Mouro tremeu… e agora?

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Aconteceu na semana da Ciência e Tecnologia a primeira de uma sequência de atividades do projeto “Rio de Mouro tremeu… e agora?” que irão decorrer ao longo deste 2017/18. Trata-se de um projeto que se desenvolve no contexto do projeto mais amplo Ciência, Biblioteca e Cidadania.

No dia 22 de novembro de 2017, alunos do 11º ano de ciências e tecnologias tiveram uma aula interdisciplinar com as disciplinas de Física e Química A (FQA) e de Biologia e Geologia (BG). Em concreto, tratou-se de uma abordagem ao tema sinais e ondas do programa de FQA a partir do contexto da sismologia do programa de BG, com recurso a uma metodologia centrada no aluno, a tecnologias móveis, a software adequado e a leitura de um excerto de uma obra de divulgação científica. Os alunos, em grupos, serviram-se de um guião, previamente construído pelos professores, para aprenderem em autonomia na sala de aula.

O ambiente de reconhecido interesse por parte dos alunos e a avaliação que fizeram da aula fazem pensar que este é o caminho da escola. Esta é a sala de aula do futuro.

Arlete Cruz

As Aulas de Ciência em Cursos Profissionais

A ciência na Leal não é exclusiva das turmas de ciências e tecnologias dos cursos científico-humanísticos. Os alunos dos cursos profissionais da área da informática e da eletrónica também mostram que aprender física e química através da atividade experimental tem mais significado do que apenas resolvendo exercícios e assistindo a aulas teóricas.

Turmas de 3º ano estabelecem experimentalmente uma série eletroquímica de metais: analisam o poder redutor de cada um em relação ao de outros e colocam-nos por ordem desse poder redutor.

Usam depois esse conhecimento para, com recurso a dois metais com poder redutor diferente, construírem pilhas eletroquímicas com soluções condutoras bastante diversas: batata, limão, coca-cola e um tubo com água e sal. Medem a diferença de potencial criada em cada pilha, verificando que, em alguns casos, se atinge a mesma que numa pilha AA, ou seja, 1,5 volts. Associam em série todas as pilhas construídas e verificam que obtêm entre 7 e 8 volts.

É possível observar o interesse e a concentração que colocam na tarefa que decorre nos turnos de uma aula de 90 minutos, mas também a satisfação que os alunos sentem por construírem algo com significado para eles. Curioso ainda observar que se questionam durante o processo, quando algo de inesperado acontece, levando, dentro do possível, a investigar cientificamente a causa. É uma atitude que se interioriza e que se espera que levem para a vida, numa sociedade em que nunca como hoje foi tão importante o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas.

Assim, dignifica-se a escola e dá-se sentido à aprendizagem em ciência.

Parabéns aos alunos e à professora Catarina Ramos de Física e Química.

Arlete Cruz